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escritor de cabeceira: Andreza Coutinho

by - março 16, 2017


           Estamos passando por uma fase diferente. Como citamos em nosso primeiro post, apesar do blog ter esse nome "Prazer, Laize" ele é muito mais que isso, ele é um Prazer, cada um de vocês. Hoje o blog apresenta uma nova categoria onde cada um de vocês têm um espaço por aqui, seja ele em textos, fotos, talentos e superações. Sempre admirei outras histórias, cada um tem o seu jeitinho de lidar com essa jornada que é viver e eu quero a cada post conhecer esse lado dos leitores. Quero saber suas lutas, superações, histórias, paixões, gostos, talentos, amores e desamores. E assim vamos ficar cada dia mais pertinho. ❤

           Depois de agosto de 2016 a vida começou a me mostrar muitas coisas incríveis, aprendi muita coisa, conheci pessoas maravilhosas e posso dizer que me apaixonei por cada uma delas. Hoje apresento uma delas. Eu sempre me identifico muito com os posts nas redes sociais dessa moça e me encanto como ela consegue traduzir sentimentos em palavras. Ela já foi inspiração para inúmeros posts por aqui e é uma inspiração também na minha vida. senhoras e senhoras, prazer, Andreza Coutinho:


          Doí me deparar com tantas pessoas sofrendo pela dor da perda, me faltam palavras que conforte um coração machucado, me faltam palavras que console meus amigos, porque eu sei que por mais que eu fale ou tente descrever o quanto entendo suas dores, isso não amenizará a dor de vocês. O que eu sei e que chore tudo que tens pra chorar, sofra tudo que tens pra sofrer, porque o choro pode durar uma noite inteira, mas ao raiar do dia a alegria virá e mesmo que ela demore, ela virá. Passamos por momentos turbulentos e acreditamos que não vão melhorar, na maioria das vezes a dor e tão grande que acreditamos que não conseguiremos suportá-la e então choramos, gritamos e ate nos debatemos um pouco.  Sofrer por algum motivo ou alguém mesmo que seja fútil aos olhares alheios pode ser atormentador e quando a dor é duradora então é de enlouquecer, nesses momentos o conforto e a paz não existem, não existe maneira de fugir por que pra onde correr a dor vai junto ela fica no peito comprimindo seu coração e tudo que tem por perto, aperta a garganta, corrói tudo de vagar e quando finalmente para te deixa exausto, mas em fim livre toda dor um dia acaba e se não acabar vai diminuir ou então te enlouquecer, mas é uma escolha sua enlouquecer com ela ou suportá-la ate que ela se canse de te atormentar. Aprendam a suportá-la e a dor fugira de vocês.


           Com um olhar aflito. Aquele sorriso no rosto, aquelas palavras que deslizam pela sua boca e como sempre deixando suas marquinhas nas redes sociais. Alguns nela se espelham, pensam consigo mesmo "queria ter a força e a garra dela”. Mal sabem do conflito que ela tem dentro de si. Uma guerra travada entre a vida e a morte. Alegrias, tristezas, sorrisos e dores. Qual é mesmo seus motivos para viver? Passam-se as segundas, terças e quartas; passam-se as semanas, os meses e os anos. Nem ela mesma sabe os seus motivos de ir sobrevivendo, talvez ela tenha a esperança que amanhã algo de bom aconteça ou que coisas novas apareçam, mas parece que cada dia é sempre o mesmo: as dores não passam, a garota é um total caos e um turbilhão de confusões. Há quem consiga carregar as dores dela? Se todos desistem antes mesmo de conhecer suas dores, talvez ela esteja condenada a viver com tudo que a vida impôs em seu caminho, não é destino, é consequência das suas escolhas entre viver ou morrer. Ninguém tem a obrigação de viver na grande confusão e desgraça que tens no mundo lá fora, por isso escrevo ou rabisco, e bom colocar pra fora tudo isso, dizem que o melhor remédio é dormir, só não esqueçam que o efeito colateral desse remédio é acordar. Vou tentando sobreviver da minha maneira, pois ainda tenho longo caminho a ser percorrido.

E se eu tivesse cumprido a promessa. E se eu tivesse dito como eu me sentia. E se eu tivesse percebido mais cedo. E se eu tivesse estudado mais. E se eu não tivesse saído naquela noite. E se eu tivesse dito sim. E se meu sonho virasse verdade. E se eu recebesse um sms logo. E se eu tivesse acordado mais cedo. E se eu não tivesse jogado aquele papel fora. E se, e se, e se. O e se morreu no momento que o talvez virou sim ou não. E se eu tivesse feito. Desculpa, mas não fez. Não adianta encher sua cabeça de dúvidas por algo cuja decisão já foi feita, essa é a forma mais fácil de ficar louco. Lamento ser rude, mas o e se não muda nada. Agir muda tudo. Faça. Se arrependa depois, mas tenha a certeza de ter tentado.

      Todos nós temos a tendência a tomar certas pessoas e situações como imprescindíveis e insubstituíveis, como se não pudéssemos viver sem elas, como se nossa felicidade dependesse estritamente daquilo tudo. Supervalorizamos, assim, muitas vezes, algo que não nos faz bem, alguém que não nos acrescenta nada, coisas que só atravancam o nosso caminhar, sem perceber que muito do que encaramos como ganhos na verdade são fardos em nossas vidas.
       Na ânsia de tentar controlar as nossas vidas e de buscar a felicidade tal qual aquela que nos é vendida nas vitrines, nas revistas e nas redes sociais virtuais, acabamos muitas vezes buscando construir uma vida sobre bases desarmônicas. Trazemos, para dentro de nossas vidas, estilos, pessoas e comportamentos que destoam completamente da essência de nossas verdades mais íntimas.
      Dessa forma, valorizando tudo o que está lá fora de nós, tudo o que não diz respeito aos nossos valores, aos sonhos que pulsam em nossos sentidos, acabamos nos afastando de nós mesmos, diminuindo-nos, desvalorizando-nos, enfim, tornando-nos muito menos do que realmente somos. E, se nem nós mesmos nos sentirmos gente de verdade, as pessoas que nos rodeiam acabarão por nos atravessar, como se fôssemos invisíveis, pois é assim que nos comportaremos. Enredados em meio às aparências que construímos, tentamos mantê-las a qualquer custo, a despeito de toda dor que elas carregam, apesar de toda dignidade que se perde nesse caminho, mesmo que tenhamos que nos humilhar perante pessoas que não têm um mínimo de consideração por nós. E, assim, aceitamos de volta quem nos diminui, submetemos nossa vida a dissabores desgastantes num emprego desumano, mantemos perto de nós amizades que apenas sugam nossas energias.
     Não podemos aceitar menos do que merecemos e ninguém tem o direito de determinar o quanto valemos. Não se humilhe, não sufoque seus sonhos por conta de algo que é substituível e pode melhorar. Enterre a cabeça no travesseiro, grite, chore, acabe-se, numa luta sua com você mesmo e de mais ninguém. Fortaleça-se enquanto sente doerem fundo as decepções e o amargor da rejeição, para sobreviver e seguir mais forte e seguro de si. É assim que tem de ser. Quem só vê defeitos em nós deve cair fora. O emprego que nos limita e reduz deve ser trocado. O amigo que só quer o que temos para dar não gosta de nós realmente. É preciso que adotemos uma postura crítica perante o mundo, para que consigamos aparar as arestas espinhosas que nos dificultam a busca da felicidade. Afinal, para sermos felizes, precisamos estar rodeados de amor verdadeiro, de sinceridade, de gente que gosta da gente. E, para isso, precisamos nos sentir e ser gente de verdade

              A real é que todos temos algo escondido, eu diria: algo que vai além de um simples olhar. As vezes não imaginamos a luta diária de alguém que está pertinho de nós. Eu espero que vocês tenham aprendido lições com esses textos assim como eu aprendi. Andreza é a primeira leitora na categoria Escritor de Cabeceira e pretendo trazer mais. Sempre amei a forma como as palavras explicam como nos sentimos em relação a momentos de nossas vidas e na maioria ainda ajuda a superar, de certa forma, quando escrevemos a dor acaba diminuindo. Espero que tenham gostado do post e até o próximo. X.o.X.o. A garota do blog e claro, Andreza Coutinho.

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